Perguntas para a advogada Capa Pretta responder:

REINALDO AZEVEDO

Eu me opunha à convocação da doutora Beatriz Catta Preta pela CPI da Petrobras até ontem. Depois da entrevista que ela concedeu ao Jornal Nacional, passei a ser a favor. Eu não quero que ela vá lá revelar o valor dos seus serviços. Também não lhe cabe dizer a origem do dinheiro daqueles que pagam seus honorários. Não é a ela que cabe fazer esse tipo de investigação. O estado dispõe de instrumentos para isso.

Agora, eu quero que a doutora Beatriz vá à CPI para dizer quem a ameaçou e de que modo. Lembrando sempre que um advogado não dispõe de prerrogativas para fazer falso comunicado de crime. A CPI manteve a convocação da doutora e fez muito bem. Dado o novo contexto, a OAB deveria aprová-la, em vez de tentar obstá-la.

Na entrevista eivada de absurdos concedida ao Jornal Nacional, a doutora disse com todas as letras, nesta quinta: “Depois de tudo que está acontecendo, e por zelar pela segurança da minha família, dos meus filhos, eu decidi encerrar a minha carreira na advocacia. Eu fechei o escritório”. Em seguida, pergunta-lhe o repórter César Tralli: “A senhora consegue identificar de onde vem essa intimidação que a senhora enxerga tão claramente hoje?”. E ela responde: “Vem dos integrantes da CPI, daqueles que votaram a favor da minha convocação”.

Raramente ou nunca, estivemos diante de um absurdo de tal natureza, de tal monta. A doutora Beatriz está dizendo, sim, que está fechando o escritório e mudando de profissão, pensando na segurança de sua família, e as intimidações — que são, então, ameaças — estariam partindo de membros da CPI. Só porque ela foi convocada? Não é possível.

A doutora Beatriz tem de ir à CPI para dizer quem, na comissão, a ameaça e por que uma simples convocação pode ser caracterizada como um molestamento até a sua família. Isso nada tem a ver com sigilo no exercício da profissão.

Igualmente considero fora do sigilo uma questão que me parece elementar. Se Julio Camargo fala a verdade agora, quando diz que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recebeu US$ 5 milhões de propina, então mentia antes, quando negava. A pergunta é óbvia: ele mentira também para a advogada ou ambos mentiam, unidos, para a Justiça?

Não tem jeito. Doutora Beatriz e a OAB têm de ter clareza quando as coisas ultrapassam o limite do aceitável. Se há deputados na CPI que fazem ameaças, eles precisam ser denunciados e banidos da vida pública. E ela terá a chance de anunciar seus nomes em rede nacional. Todos estaremos atentos. Se não foi ameaça dessa ordem, mas, como ela disse, uma coisa indireta, que, ainda assim, revele como se deu.

Eu tenho curiosidades que, espero, também estejam na mente dos deputados, e nenhuma delas tem a ver com sigilo profissional ou com especulações sobre a origem dos ganhos da advogada. EMBORA, ATENÇÃO, TUDO LHE POSSA SER INDAGADO. ELA NÃO É OBRIGADA A RESPONDER O QUE FIRA O CÓDIGO DE SUA PROFISSÃO. ESTÁ LÁ RESGUARDADA POR DECISÃO DO SUPREMO.

1 – A primeira questão é aquela já anunciada: Camargo mentiu para ela, ou ambos mentiram para a Corte?

2 – Dê exemplo de uma ameaça que a senhora ou sua família tenham sofrido.

3 – Em tempos de WhatsApp, e-mail, comunicação online, por que a senhora não desmentiu desde o primeiro dia a pretensão de se mudar para a Miami?

4 – Por que a senhora usou o verbo “fugir” para se referir à possível mudança para os EUA? A senhora fugiria de quem?

5 – A senhora não considera um despropósito abandonar a profissão em razão de ameaças que a senhora mesma diz terem sido indiretas?

6 – Não pergunto sobre nenhum caso em particular, mas em tese: na sua experiência profissional, diria que um delator premiado deve ter direito a quantas versões?

7 – Um advogado que cuida de várias delações premiadas não pode acabar cuidando das várias versões, de modo a evitar contradições entre elas?

8 – Procedem os comentários que circulam nos meios jurídicos segundo os quais a senhora é uma espécie de quarto elemento da força-tarefa?

9 – A senhora era vista até a semana retrasada como uma aliada e uma amiga do Ministério Público. A senhora tem receio de que isso possa mudar?

10 – Digamos que a senhora estivesse desgostosa com a Lava Jato e deixasse os clientes. Mas por que deixar a profissão? O que a impediria de exercê-la em outros casos? Os descontentes com a operação a perseguiriam até em outros processos?

11 – Como uma pessoa acostumada a defender pessoas, a senhora acha que faz sentido o ataque dirigido à CPI?

12 – A senhora reconhece a legitimidade do Congresso Nacional e das Comissões Parlamentares de Inquérito?

13 – A senhora tem ciência se, em algum momento, clientes a procuraram por indicação de algum membro da força-tarefa? Se isso acontecesse, seria ético, na sua opinião?

14 – A senhora teve alguma relação com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) antes desse episódio?

15 – Por que a senhora acha que se fizeram especulações só sobre seus honorários, não sobre o de outros, que também cuidaram de delações premiadas?

16 – Antes de a senhora tomar a drástica decisão que tomou, foi procurara por algum emissário de Eduardo Cunha para alguma conversa?

17 – Seu marido participa, de algum modo, da conversa ou da abordagem dos acusados que a procuram para fazer delações?

18 – Com o apoio da imprensa, da OAB e até de ministros da STF, a senhora não acha que há certo exagero em aparecer como vítima de uma CPI?

19 – O que a senhora acha que deve acontecer com alguém que, sendo beneficiário da delação premiada, mente?

20 – A senhora pretende dar início à carreira de roteirista?

Por Reinaldo Azevedo

Ex- advogada de delatores foi ameaçada

Faz alguns dias em que comentei neste espaço sobre minhas desconfianças de que a advogada dos delatores, Beatriz Catta Preta, estava sofrendo ameaças. E este foi o motivo para abandonar os processos. ( ela sabe demais….) Hoje, em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, ela diz literalmente que sofre ameaças. “Sou ameaçada insistentemente”, afirma Beatriz Catta Preta. Leia mais:
http://politica.estadao.com.br/…/sou-ameacada-insistenteme…/.

Dilma afundou o Brasil. 16/08, todo brasileiro precisa protestar nas ruas do país

Dilma é recordista de números negativos na economia. Os índices são os piores nos últimos 20 anos. ( PIB negativo, inflação, desemprego, dívida, balança comercial, arrecadação, atividade industrial ente outros indicadores) Em outras palavras, ela está colocando o país no caos. Afunda nossa economia. Tudo isso por causa da ideologia (associação com países comunistas e ditadores) e dinheiro desviado para a corrupção.

Ela já deveria ter siso afastada. E não mais governa. O país agoniza. Provas de envolvimento sobram: Fraude eleitoral, fraude contas do orçamento, promessas mentirosas de campanhas, depoimentos de delatores, compra da refinaria superfaturada, uso dos Correios como cabo eleitoral do PT, ser manipulada por Lula e outros motivos mais………. Até quando Brasil? DIA 16/08, FAREMOS O MAIOR PROTESTO DA HISTÓRIA. TODOS NAS RUAS. DEFENDA SEU PAÍS, O FUTURO DE SEUS FILHOS E NETOS.

 

Somente o empréstimo secreto para Cuba e Venezuela, já seria motivo de afastar a mandioca. A lei diz que só pode ocorrer com o aval do Congresso. (jamais poderia ser secreto).ISTO É CRIME DE LESA PÁTRIA.
E AGORA O DINHEIRO DOADO AOS COMUNISTAS E DITADORES, FAZ FALTA AO PAÍS.

 

RECENTES NÚMEROS DA MANDIOCA QUE NOS GOVERNA

Novo corte no orçamento tiram 4,6 milhões do PAC

Taxa Selic de 14,25. A maior desde 2006.

Meta fiscal foi reduzida de 1,1 para 0,15. Isso é piada. País andando para trás.

Governo tem déficit primário de 8,5 bilhões. O pior desde 1977. (Mas teve dinheiro para doar a Venezuela e Cuba)

Mais de 111 mil empregos foram pedidos só em junho

Governadores que apoiam Dilma é contra o Brasil. São defensores dos petralhas e estão sujando seus nomes na história.

JR

PSDB apoia o protesto nas ruas – 16/08

Dora Kramer

O PSDB decidiu aderir oficialmente às manifestações de rua contra o governo Dilma Rousseff anunciando que ajudará na convocação dos “cidadãos indignados” a participarem dos protestos marcados para 16 de agosto próximo.

O partido sentou no banco do carona desse bonde da História, mas o fez propositadamente com leveza. Ao mesmo tempo em que promete empenho no apoio, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, diz que ainda não resolveu se estará presente a algum dos atos. E, se for, avisa, irá “como cidadão”.

Claro, a gente entende. Aparece Aécio Neves no meio de uma manifestação em São Paulo, Rio de Janeiro ou Belo Horizonte e a ninguém ocorrerá associá-lo ao partido nem ao fato de presidi-lo. Os tucanos pretendem ainda que as pessoas enxerguem o PSDB como “segmento da sociedade”.

Não obstante a inutilidade do sofisma do ponto de vista prático, a prudência faz sentido, pois os tucanos estarão com esse gesto fazendo o teste da rua. Podem se sair bem ou se dar muito mal. Via das dúvidas, eles abrem alas e pedem passagem quase à francesa.

Até então nenhum dos partidos de oposição havia se incorporado aos movimentos, até por receio de rejeição, dada a indisposição com os políticos em geral. Ninguém quer correr o risco de ser rechaçado e virar sócio do governo na vidraça nem ser apontado como oportunista. Daí ser necessário balizar o senso de oportunidade.

Inclusive para não deixar passar a hora de entrar. O êxito das manifestações independe da participação do PSDB ou de qualquer outro partido. As pessoas que até agora foram aos protestos não precisaram de convocações partidárias. Estas poderão incentivar alguns, desestimular outros ou soar indiferentes para a maioria.

Não parece ser o produto numérico o que interessa aos tucanos e sim o resultado político a ser obtido. Nessa altura, se o partido fica de fora estará se distanciando de uma movimentação social que coincide com seus interesses: o desgaste do governo ao qual faz oposição. Portanto, com essa adesão o PSDB quer se associar a essa parcela da população, hoje ao que indicam as pesquisas, majoritária.

Houve tempo em que, minoritária, mesmo os mais ferrenhos oposicionistas preferiam relativizar suas posições. Por exemplo, evitando críticas a Luiz Inácio da Silva, concedendo-lhe mesmo a condição de inatacável, por vezes digno de alianças eleitorais acima dos interesses partidários nacionais.

O cenário mudou, o partido acompanhou. A favor do PSDB, o fato de ter “puxado” o cordão, o que lhe garante o lugar de liderança. Numa situação que vale a pena comparar com duas outras em que a manifestação da sociedade teve papel definitivo em episódios políticos.

Sem pretensão alguma de buscar semelhanças em relação aos desfechos, vamos a elas. Primeiro, por ocasião das manifestações em favor das eleições “Diretas-Já”. A iniciativa surgiu no Parlamento a partir de uma emenda constitucional do deputado Dante de Oliveira, em 1983.

Em torno de sua aprovação, lideranças do PMDB (na época um partido bem diferente) organizaram comícios que viriam a reunir milhões de pessoas em torno de uma ideia-força que era o fim da ditadura.

Quase dez anos depois, a partir de uma iniciativa do Parlamento (CPI do PC Farias) o então presidente Fernando Collor convocaria a população a defendê-lo nas ruas e daria, involuntariamente, início ao movimento dos caras-pintadas.

Os protestos da atualidade que se iniciaram em 2013, são os primeiros a ocorrer por livre e espontânea manifestação daquele ente de quem, segundo a Constituição, emana todo poder.

Estadão

Fraude nas eleições da Venezuela – Aloysio Nunes

Nota do senador Aloysio Nunes Ferreira sobre
risco de fraude nas eleições da Venezuela

O tirano Nicolás Maduro, companheiro do Foro de São Paulo do PT, renega o compromisso assumido com o governo brasileiro, no âmbito da UNASUL, de permitir o acompanhamento das eleições venezuelanas por organismos internacionais isentos.

Estamos a caminho de uma fraude eleitoral gigantesca. Dilma Rousseff precisa se pronunciar imediatamente.

Quanto a mim, cobrarei os compromissos assumidos pela diplomacia brasileira e reafirmados pelo ministro Mauro Vieira perante a Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE)

Operação Radioatividade vai afeta aliados de Dilma do PMDB

Nova  fase da operação Lava Jato da Polícia Federal, batizada de Radioatividade, vai afetar os aliados de Dilma do setor elétrico. Lobão, Sarrney, Renan..e outros aliados do PMDB……
A mandioca está preocupada e pede a Renan para não deixar Eduardo Cunha continuar o projeto do Impeachment.
Está do jeito que gosto. Os petalhas não dormem com medo..

JR.

Dilma teme o impeachment e pressiona governadores aliados

dilma-e-governadores

DILMA CONVOCAGOVERNADORESPARA AMEAÇÁLOS! MAS NAQUINTA, SÉRGIOMORO PODERÁ ENJAULAR MAIS DEZ ENVOLVIDOS NAS FALCATRUAS.

Na quinta-feira, Dilma vai se reunir com 27 governadores, em mais uma tentativa de obter sustentação política. “Se esperar só da União, não há solução. Eu acho que os governadores serão bons articuladores, especialmente em benefício dos Estados”, comentou Temer, após a reunião de ontem. “Quando se tem aumento de despesas na área federal, isso repercute em cascata nos Estados. De modo que eles serão bons aliados.”

Dilma exige que ministros enquadrem bancadas para barrar impeachment

A presidente Dilma Rousseff cobrou nesta segunda-feira, 27, de 12 ministros que mobilizem as bancadas de seus partidos para impedir que propostas pedindo o seu afastamento do cargo contaminem a pauta do Congresso a partir da próxima semana, quando terminar o recesso parlamentar. Com receio de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), admita a tramitação dos pedidos de impeachment antes mesmo dos protestos marcados para 16 de agosto, o governo iniciou uma estratégia para pôr um freio de arrumação na base aliada.

O senador Aécio Neves (PSDB), líder da oposição, afirma que partido utilizará inserções na TV para dar apoio formal a protesto marcado para o dia 16/08. ( ESTADÃO)

Além disso ela convocou governadores para fazer barganha em troca de apoio que impeça o impeachment.

Lula deverá ser preso: basta Leo abrir a boca – Delação está sendo negociada

O ex-presidente da construtora OAS Léo Pinheiro, prometeu fornecer provas de que Lula patrocinou o esquema de corrupção na Petrobras, exatamente como afirmara o doleiro Alberto Youssef em depoimento no ano passado.

Ele afirma também ter conhecimento direto de como Fábio Luís da Silva, o Lulinha, fez fortuna atuando na órbita de influência da construtora. Léo Pinheiro disse que, se o acordo for selado, apresentará também a lista de todos os políticos que receberam dinheiro do petrolão via OAS.

“Depois que o Léo falar, não tem como não prender o Lula. Ou se prende o Lula ou se desmoraliza a Lava-Jato”, diz um interlocutor de Pinheiro. ( Reinaldo Azevedo/ Veja))

FHC não faz conchavo com Lula, o governo Dilma não merece salvação

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria interessado em se reunir com seu antecessor pra uma conversa sobre as crises econômica e política que assolam o País. Entre os temas do encontro estaria também a discussão envolvendo um possível processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais neste sábado, 25, para negar o interesse em conversar com a gestão Dilma Rousseff e afirmou “O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo”, escreveu  FHC em sua página no Facebook.

Cooperação da Suiça ajuda as investigações da Lava jato

Com a chegada dos primeiros documentos oficiais da Suíça, após acordo de cooperação internacional entre os dois países, a força-tarefa de procuradores da Lava Jato acredita ter aberto “uma janela” nas apurações que levarão à comprovação de uso de contas secretas dos quatro núcleos do esquema: empresarial, político, de operadores financeiros e de agentes públicos.

Além de chegar às contas secretas das empreiteiras, dos políticos, dos dirigentes da Petrobrás e dos operadores de propina, os investigadores vão espraiar a devassa em contratos, antes centrada na estatal, de outras áreas dos governos Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006 e 2007-2010) e Dilma Rousseff (2011-2014).

Descoberta de conta de Lula no exterior confirma relato de Marcos Valério. Quando o Brahma será preso?

A Polícia Federal descobriu uma conta associada a Lula no exterior.
Segundo a Época, ela é identificada pelo número 01-00685-000, no banco francês Crédit Lyonnais, atual Crédit Agricole.
Essa conta foi especificamente citada em setembro de 2012 por Marcos Valério, quando ele falou ao Ministério Público Federal sobre contas no exterior destinadas a saldar dívidas da campanha eleitoral de Lula naquele ano.
Segundo o publicitário mineiro condenado a 37 anos de cadeia pelo mensalão, a conta do Crédit “movimentou 7 milhões de reais e envolvia o próprio Lula, Antonio Palocci e Miguel Horta e Costa, da Portugal Telecom”.
A partir da denúncia, a PF instaurou o inquérito sigiloso 0431/2013 e, em investigação conjunta com autoridades internacionais, descobriu que a conta efetivamente existe.
Naquele depoimento, Marcos Valério também disse que o PT desviou 6 milhões de reais da Petrobras para calar a boca de um empresário que ameaçava contar a participação de Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel.
A CPI da Petrobras, segundo a VEJA, quer convocar Marcos Valério para depor (e, quem sabe, esclarecer o quanto apanhou na prisão). Eu já separei a pipoca.
Quando o Brahma será preso?

Pegaram o ratão – Empresários vão abrir o “bico”

alx_capa-fundo-lula_original

“Executivo da OAS se oferece para contar à Lava Jato segredos devastadores sobre LulaEm troca de benefícios legais, Léo Pinheiro promete revelar, em delação premiada, o que viu, ouviu e fez nos anos em que compartilhou da intimidade do ex-presidente (VEJA)”

Revista ÉPOCA

Léo Pinheiro prometeu passar à Lava Jato a lista de despesas da família de Lula custeadas pela OAS.

Um interlocutor do empreiteiro disse:

“Depois que o Leo falar, não tem como não prender o Lula. Ou se prende o Lula ou se desmoraliza a Lava Jato”.

A PF encontrou uma conta de Lula no exterior.

Segundo a Época, trata-se da conta número 01-00685-000, do Crédit Lyonnais, atual Crédit Agricole.

Em setembro de 2012, Marcos Valério denunciou “as contas no exterior destinadas as saldar dívidas da campanha eleitoral de Lula em 2002. Referiu-se a uma conta específica, do Crédit Lyonnais, que movimentou 7 milhões de reais e envolvia o próprio Lula, Antonio Palocci e Miguel Horta e Costa, da Portugal Telecom”.

A partir da denúncia de Marcos Valério, a PF instaurou o inquérito sigiloso 0431/2013 – o primeiro a investigar a existência de uma conta secreta associada à campanha de Lula – e, em investigação conjunta com autoridades internacionais, descobriu que a conta efetivamente existe.

Operador da Lava Jato, movimentou R$ 220 milhões entre 2003 e 2014

Um laudo contábil-financeiro elaborado por peritos criminais da Polícia Federal revela que entre 2003 e 2014 foram movimentados R$ 220 milhões, em valores brutos, na contas de Mário Góes – apontado como operador de propinas na Diretoria de Serviços da Petrobrás. Góes está preso em Curitiba, base da investigação da Operação Lava Jato, desde fevereiro.

“A análise empreendida nos documentos juntados aos autos pela empresa Andrade Gutierrez, supostamente comprobatórios das relações comerciais mantidas com a empresa Riomarine Oil e Gás Engenharia e Empreendimentos LTDA, possibilitou constatar que tais documentos não são hábeis para comprovar a efetiva prestação de serviços de consultoria nos anos de 2007 e 2008, revelando que os pagamentos listados na tabela 05 foram realizados sem lastro fático e documental adequado”, diz o laudo pericial.

Exército de prontidão vai derrubar a boneca de Lula

Exército Brasileiro declara que estão prontos e preparados para deposição de Dilma
Como era de se esperar, os militares não ficaram inertes ao chamamento da Pátria, que sofre em mãos marxistas, e em boa hora já planejam agir em conformidade com os desígnios celestes, unidos e coesos por este grande ideal. Ao comando desse novo movimento revolucionário, o General Geraldo Gofredo, segundos fontes que preferem ficar anônimas, tem intensificado os contatos militares e políticos, para que a oposição ajude nos momentos pós deposição da búlgara usurpadora, mantendo a ordem e a paz social na nação.
Uma luz no fim do túnel. Ouvindo clamor da população brasileira, que pede o fim da subversão, e a volta da ordem, da moral e da proteção à família brasileira, alguns generais da nação já estão com avançados planos para a deposição da representante-mor do bolchevismo petista, a presidenta Dilma, para que o país seja saneado novamente do caos e do perigo comunista ao qual foi mergulhado pelo apedeuta de Santo André. O comando da tropa que cercará Brasília caberá ao General Olympio Mourão Bisneto, cujo regimento deixará Minas Gerais nos próximos dias para essa gloriosa missão. O setor de inteligência do movimento, comandado pelo Cel. Ferrabrax, que funcionava secretamente no Tiro de Guerra de São Lourenço, garante que tudo corre à favor e que o sucesso do levante é inevitável.
Setores empresariais já esperam ansiosos pela retomada econômica do novo governo, com novos acordos comercias, o fim do Mercosul e a retomada da ALCA, levando o país a pujança da economia vista nos anos 90. Quanto aos membros do antigo governo, a ex-presidenta Dilma deverá ficar presa em um presídio em Rondônia, os ministros que são do PT deverão ser mandados para Fernando de Noronha, e a grande dúvida que persiste é para onde deve ser mandado Lula, pois ele é fator de grande desestabilização. Cogita-se que seu destino deva ser a base brasileira na Antártida, sob o comando da Marinha.
Agora é questão de dias até que tudo seja normalizado e o Brasil possa ser respeitado novamente pela comunidade internacional. Enfim vemos a luz.
Fonte: Professor Hariovaldo Almeida Prado

A praga do PT destrói o Brasil

Dilma afirmou ontem (22/07) que o Brasil vai voltar a crescer. Eu também acredito……. Mas não será durante o mandato dela e de nenhum petista. A previsão do PIB neste ano e no próximo é PIB negativo…….
Ou seja,Dilma terá que assumir que tudo que ela e Lula fizeram foi errado e colocou o país em um abismo. Não é por acaso que ela tem um ministro da fazenda tucano. Alias, ele já pensa em abandona o barco……..
Quando esse povo vai entender que o comunismo só leva aos caos? O que colhemos hoje é fruto de todos os erros do governo petista. Demagogia, crescimento falso sem trabalho, doações, estímulo a vagabundagem e a mendicância, destruição da educação, descumprimento da lei, corrupção.

Eles acreditam em almoço grátis……. kkkkk Ou prosperidade sem trabalho.

A taxa de desemprego é o maior índice dos últimos 05 anos. O dólar chegou ao maior patamar, o PIB é o menor entre os países da América.

Por que? Porque eles enganaram, mentiram, criaram uma falsa prosperidade.

Taxa de desemprego: México 4,4 Chile 6,5, Brasil 6,9.

Os EUA em 2009 no auge da crise, a taxa de desemprego era de 10%. Hoje é de 5,3.

No Brasil a taxa atual de desemprego é de 6,9 – A mesma taxa de junho de 2010. ( estamos voltando para trás)

Não é por acaso que o Jornal Finacial Time afirmou, ontem, que estamos em um filme de terror. E disse mais: que o pior ainda está para acontecer
A incompetência e a arrogância da boneca de Lula levou o país para o caos total.
O PT transformou os maiores empresários do país em bandidos. Ou fazia falcatua ou não poderia receber as obras…….. E uma praga demoníaca que corroí o país, a família, a economia, tudo de bom. A CULPA É DE QUEM VOTOU NESTA PRAGA.

JR.

Brasil deverá perder o grau de investimentos

FUDENCIO

Brasil deverá perder o grau de investimentos ( nota internacional de crédito)

Com as projeções da economia brasileira cada vez piores e as derrotas do governo no Congresso que dificulta o ajuste fiscal, somados à redução na arrecadação de impostos, o Brasil caminha a largos passos para perder o grau de investimento.

E se isso ocorrer, haverá quebradeira geral e fuga de capitais e total incapacidade de controlar a bola de neve do caos econômico.

Sem investimentos, sem empregos, sem crescimento, sem crédito. Sem investimentos, sem empregos, sem crescimento, sem crédito. Um círculo vicioso difícil de ser quebrado.A cobra mordendo o rabo.

JORGE RORIZ

 

Relator nomeado por Lula perdoou dívida de meio bilhão da Braskem (Odebrecht+Petrobras)

Por Claudio Tognolli

Um relatório de investigação interna da Petrobras mostra que a estatal ficou no prejuízo em um contrato com a Braskem, que é uma empresa petroquímica do grupo Odebrecht em sociedade com a Petrobras. O Jornal Nacional teve acesso a este documento.

Segundo dois delatores da Operação Lava Jato, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, a Braskem pagou propina para ser beneficiada no contrato com a Petrobras.

Em 2009, a Braskem assinou um contrato com a Petrobras para comprar nafta. Porém, o negócio virou alvo de investigação em março deste ano. Nafta é um produto essencial para fazer plástico, e é a Petrobras que vende nafta no Brasil.

Te contei no post anterior que o Ministério da Fazenda de Dilma foi quem deu a desoneração que gerou o rombo.

Bem: a República dos Empreiteiros, assaltantes do Estado, já viabilizava seu projeto de poder com a ajuda do STJ, sob Lula e Dilma.

Agora quero te

Leia mais »

EUA encontra corrupção na Odebrecht e Lula pode estar envolvido

A diplomacia americana monitorou os negócios da empreiteira brasileira Odebrecht no exterior e apontou para suspeitas de corrupção em obras espalhadas pelo mundo na segunda gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2007-2010). Telegramas confidenciais do Departamento de Estado americano revelados pelo grupo WikiLeaks relatam ações da empresa brasileira e suas relações com governantes estrangeiros. Lula é citado em iniciativas para defender os interesses da Odebrecht no exterior.
Em 21 de outubro de 2008, a embaixada americana em Quito descreve a pressão imposta sobre as empresas brasileiras pelo presidente daquele país, Rafael Correa. O governo equatoriano ameaçava expulsar Odebrecht e Petrobras, alegando descumprimento de contratos.
A embaixada americana em Quito, porém, alerta ao Departamento de Estado dos EUA que o motivo da pressão seria outro: corrupção. “Alfredo Vera, chefe da Secretaria Anticorrupção do Equador, levantou questões sobre os preços e financiamento dos contratos da Odebrecht”, indicou o telegrama. “Apesar de não termos informações de bastidores no projeto San Francisco [usina], o posto ouviu alegações com credibilidade de corrupção envolvendo o projeto de irrigação da Odebrecht em Manabi de um ex-ministro de Finanças que se recusou a assinar os documentos do projeto diante de suas preocupações sobre a corrupção”, afirmaram os EUA.
Outro alerta se referia às condições do empréstimo do BNDES ao mesmo projeto. “O posto também ouviu preocupações de um funcionário do Banco Central sobre termos desfavoráveis nos empréstimos do BNDES que apoiariam o projeto de irrigação”, diz o telegrama. Segundo os EUA, ambos os problemas teriam ocorrido em 2006, no último ano do governo de Alfredo Palácio.
Lula – O ex-presidente é investigado pela Procuradoria da República no Distrito Federal por suspeita de favorecimento da Odebrecht no exterior por meio de financiamentos do BNDES. Lula nega.
Num telegrama de 5 de outubro de 2009, a embaixada americana no Panamá relata a Washington a situação delicada que vivia o então presidente local, Ricardo Martinelli. Numa conversa entre diplomatas e um ministro do governo, os americanos são alertados de que um escândalo de corrupção estaria prestes a eclodir, envolvendo a Odebrecht. “O administrador da campanha de Martinelli e hoje ministro, Jimmy Papadimitriu, disse à Emboff [sigla para “oficial da embaixada”] que estavam para ser divulgadas notícias de que Martinelli recebeu grande contribuição para sua campanha da construtora brasileira Odebrecht, que estava conduzindo várias grandes obras públicas no Panamá”, indicou o telegrama, que cita como Martinelli virou alvo de ataques quando deu à empreiteira contrato de 60 milhões de dólares para a construção de estrada “sem licitação”.
Em 30 de outubro de 2007, outro telegrama apontou para a relação da Odebrecht com políticos estrangeiros. O caso se referia à viagem de Lula a Angola, naquele ano. “A visita de Silva [Lula] ajudou a concluir um acordo entre a gigante construtora brasileira Odebrecht, a paraestatal angolana no setor do petróleo Sonangol e a Damer, até então desconhecida empresa angolana, para construir uma usina capaz de produzir não apenas etanol para exportação, mas gerar 140 megawatts de eletricidade por ano”, diz o texto.
O papel de Lula não é colocado em questão. Os EUA levantam questões sobre a parceria fechada pela Odebrecht: “O acordo, chamado na imprensa de um entendimento entre a Sonangol e a Odebrecht, aloca 40% das ações para a Odebrecht, 20% para a Sonangol e os restantes 40% para a Damer”. “Fontes na embaixada brasileira afirmaram que a Odebrecht foi ‘evasiva’ quando questionada sobre a Damer, enquanto outras fontes apontam que a Damer está conectada com o presidente angolano [José Eduardo] dos Santos”.
Outro lado – De acordo com a edição desta quarta-feira do jornal O Estado de S.Paulo, a Odebrecht disse, por meio de assessoria, que “nunca teve qualquer condenação judicial por irregularidades em contratos em nenhum dos países onde atua” e negou as suspeitas indicadas nos documentos da diplomacia americana. “A Odebrecht Infraestrutura não foi expulsa do Equador por acusações de corrupção. Em 2008, houve uma disputa de caráter técnico por problemas na fase de operação da hidrelétrica de San Francisco. O governo do Equador decidiu suspender todas as obras que a empresa estava executando naquele país”. A construtora disse também que o projeto de irrigação Carrazil Chone, em Manabi, ocorreu “por meio de um processo de licitação”.
O Instituto Lula disse que “os documentos revelam a atenção e interesse da diplomacia americana na disputa de mercado internacionais com o Brasil e suas empresas. Os autores dos documentos que têm que explicar o que escreveram neles”. Sobre a investigação que apura se o ex-presidente cometeu tráfico de influência, o instituto disse que Lula “é alvo de um conjunto de manipulações e arbitrariedades”. Leia mais em site de VEJA
(Com Estadão Conteúdo)

Brasil vive filme de terror e o pior ainda pode estar por vir

“A incompetência, a arrogância e a corrupção esmagaram a magia brasileira”. É assim, sem meias palavras, que o jornal britânico Financial Times começa uma dura análise sobre a condição atual do Brasil. O problema: o pior ainda está por vir, nas palavras da publicação.

Com o título “Recessão e corrupção: a crescente podridão no Brasil”, o texto publicado nesta quarta-feira destaca os fatores que levaram o Brasil a virar “um filme de terror sem fim”.

O primeiro deles é o método desastroso que perseguiu as decisões econômicas do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, que, nas palavras do jornal, manipulava a economia com sua “nova matriz econômica”.

Para reparar os erros do passado, o governo Dilma tem adotado medidas corretivas “dolorosas, mas necessárias” que como efeito têm reduzido os salários reais, “cortado empregos e esmagado a confiança nos negócios”, além de levado a petista a um pífio desempenho nas sondagens de opinião pública.

Mas, para a publicação, o que mais pesa na atual delicada situação do Brasil é o escândalo de corrupção na Petrobras.

“A senhora Rousseff enfrenta acusações de que sua gestão quebrou regras de financiamento de campanha e que maquiou as contas do governo; ambas [acusações] são suficientes para um impeachment”.

O Financial Times pondera que, pelo menos por enquanto, os políticos preferem que Dilma se mantenha no poder e ganhe o crédito pelos problemas do país.

“Mas este cálculo pode mudar ao passo que eles precisarem salvar a própria pele”, diz o texto. Para o jornal, o rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, com o governo na última sexta seria uma prova disso.

O cenário deve piorar se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva for alvo de processo por envolvimento no esquema de corrupção.

“Isso aprofundaria o racha entre ele e Rousseff”, diz o jornal. Se isso se concretizar, todos os fatores conspirariam para a deposição da presidente, na opinião da publicação.

Mas nem tudo são más notícias no país, diz o jornal. O texto argumenta que o zelo pela Petrobras mostra o quanto as instituições democráticas são fortes no Brasil.

“Em um país onde os poderosos pensam que estão acima da lei, Marcelo Odebrecht, chefe da maior empresa de construção do Brasil, está preso”, afirma o texto.

O jornal pontua que, se por um lado, o aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato tem preocupado investidores, por outro, se “isso levar políticos e empresários a pensar duas vezes antes de pagar suborno, este terá sido o maior avanço da luta da região [América Latina] contra a corrupção”, diz a publicação.

Enquanto esta história não chega ao seu desfecho prático, o jornal prevê ao menos mais três anos solitários para a presidente Dilma.

“Os brasileiros são pragmáticos, então, o pior cenário de um impeachment caótico será evitado”, afirma. “Mesmo assim, o mercado tem começado a cobrar o preço pelo risco”.

Conclusão: o pior ainda pode estar por vir para o Brasil, na visão do Financial Times.

FONTE: FINANCIAL TIME/ REVISTA EXAME

PROPINA PARA O PETISTA RENATO DUQUE FOI PAGA PELO BANCO BANIFF, DE PORTUGAL, EM MONACO

O dinheiro que o ex-director da Petrobras Renato de Sousa Duque recebeu em troca dos negócios facilitados pela petrolífera estatal saiu do Banif. Na carta rogatória enviada esta semana às autoridades portuguesas, o Ministério Público brasileiro pediu ajuda para chegar à documentação da conta que alimentou a participação de Duque no esquema da Operação Lava Jato e para que a conta seja arrestada e as verbas que ainda detenha sejam remetidas de volta ao Brasil. De acordo com um despacho do juiz federal Sérgio Moro, do estado do Paraná, onde está centralizada a investigação da Operação Lava Jato, as contas de Duque no Banco Julius Baer, no Mónaco, apresentavam em Março um saldo de mais de 20 milhões de euros. Esse dinheiro – entretanto bloqueado pelas autoridades monegascas – chegou ao banco do paraíso fiscal através de transferências que Duque fez a partir de contas suas na Suíça. Mas a investigação do Ministério Público (MP) do Paraná encontrou outra origem para o pagamento de luvas. Traçando o percurso inverso das verbas, as autoridades brasileiras chegaram ao Banif. Foi de uma conta do Banco Internacional do Funchal que saíram avultadas quantias com destino ao Mónaco. Em Portugal essa conta de origem é detida pela Kinsgtall Finantial Inc. No destino as contas eram detidas pela Milzart Overseas Holding Inc. – de que controlo final pertencia a Renato Duque. Tido como elo de ligação entre a Petrobras e o PT, partido no centro do esquema de corrupção, Duque é uma figura-chave da investigação. A Procuradoria-Geral da República confirmou ter recebido das autoridades brasileiras um “pedido de cooperação judiciária internacional, através de carta rogatória”. O pedido, no “âmbito da Operação Lava Jato”, foi entregue ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal. O i sabe que essa solicitação de apoio judiciário tem dois objectivos. Por um lado, as autoridades brasileiras pretendem “obter documentação” da conta do Banif de que partiu o dinheiro para pagar a Renato Duque. Por outro, o MP pretende bloquear o acesso à conta no Banif e repatriar as verbas ainda ali depositadas. Recorde-se que o ex-director de Serviços da petrolífera estatal foi detido em Março. Para essa detenção contribuiu a informação que as autoridades do Mónaco partilharam com o Brasil, nomeadamente o facto de Duque ter tentado esconder o dinheiro recebido através de luvas em contas nos Estados Unidos e Hong Kong, em 2014. Sobre as verbas no Banif, fonte ligada ao processo avançou ao i que “há indícios suficientes de que os valores constituem luvas pagas em razão do exercício da função de Renato Duque, quando ocupava o cargo de director” na Petrobras. A mesma fonte refere que esse valor “é proveniente de crimes de organização criminosa, corrupção activa e passiva, fraude à licitação, formação de cartel e lavagem de dinheiro”. Enquanto responsável de uma área central de negócios na petrolífera, Duque era parte interessada no esquema montado por nove construtoras brasileiras. Em conjunto, estas acertavam a distribuição de contratos com a Petrobras e o preço de adjudicação de cada uma das obras. Em Junho o Banif já tinha sido notícia. Allan Simões Toledo, director executivo das áreas comercial e de investimento em São Paulo, foi detido no âmbito de outra operação, por suspeita de estar envolvido num esquema de evasão fiscal e lavagem de dinheiro. O i tentou obter uma posição do banco, mas a resposta não chegou em tempo útil”. Em Portugal, “propina” é chamada de “luvas”.

Continuar lendo

A pedra de Roseta da Lava Jato

Helio Gurovitz/ G1

O iPhone de Marcelo Odebrecht, apreendido nas diligências da Polícia Federal (PF), pode se tornar a pedra de Roseta da Operação Lava Jato. Contém inúmeros arquivos com anotações cifradas, siglas que se referem a nomes, contratos sob investigação e episódios ainda não esclarecidos. Quem conseguir decifrar seu conteúdo fará um papel semelhante ao do egiptólogo Jean-François Champollion, o primeiro a desvendar a escrita dos hieróglifos egípcios com base no texto da estela de granito conhecida como Pedra de Roseta. Poderá contar a história dos contratos da Petrobras e das investigações da Lava Jato do ponto de vista de um de seus protagonistas.

O juiz Sergio Moro deu até amanhã para a defesa de Odebrecht apresentar explicações a respeito do conteúdo do aparelho. No relatório em que justificou o indiciamento de Marcelo Odebrecht, a PF fez uma série de deduções e suposições que, caso confirmadas, serão devastadoras para ele. Das duas, uma: ou ele consegue desmentir as afirmações de modo convincente, ou então não lhe restará alternativa, a não ser partir para um acordo de delação premiada – mais um –, em que poderá confirmar acusações de tráfico de influência que já pesam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, pela primeira vez, implicar de modo concreto a campanha da presidente Dilma Roussef na Lava Jato.

Eis o trecho mais comprometedor – e, ironicamente, o menos enigmático – no celular de Marcelo. Não é preciso ser nenhum Champollion para imaginar o que significa. Os nomes aparecem por extenso, sem a profusão de siglas, códigos e abreviações que enchem o resto do material. Trata-se da anotação 4923, de setembro de 2013, segundo a página 18 do relatório da PF (reproduzida abaixo): “Liberar p/Feira pois meu pessoal não fica sabendo. Deixar predios com Vaca. Para Edinho visão da conta toda inclusive o gasto com Haddad. MRF: dizer do risco cta suíça chegar campanha dela?”.
Página 7 do relatório da PF que indiciou Marcelo Odebrecht
O que significa exatamente a frase “risco cta suíça chegar campanha dela”? O que é “cta suíça”, uma conta na Suíça? Dela quem, exatamente? “Edinho” seria o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva? E “Haddad” seria Fernando Haddad, prefeito de São Paulo? E quem seria “Vaca”, o ex-tesoureiro João Vaccari, hoje preso? E afinal, que “feira” é essa? Essas são as principais perguntas que devem ser respondidas pela defesa de Marcelo Odebrecht.

Em resposta à PF, a Odebrecht enviou uma nota ao G1, em que afirma: “O Relatório da Polícia Federal presta um desserviço à sociedade e confunde a opinião pública ao estabelecer suposições a partir de anotações pessoais de Marcelo Odebrecht, quando deveria ater-se a fatos concretos. Apenas no anexo 11 do referido Relatório constam 16 variantes de termos como ‘presume-se’, ‘possivelmente’, ‘é possível que’ e ‘pode ser’ ”. As explicações que a defesa deverá apresentar até amanhã são uma ótima oportunidade para trocar todas essas suposições da PF por certezas. Se tivesse que apostar, diria que vem aí mais uma delação. A mais importante de todas até agora.

Inversão de valores

O procurador da República no Distrito Federal Valtan Timbó, que assinou a abertura de inquérito para investigar Lula será investigado por uma reclamação disciplinar
o corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Alessandro Tramujas Assad, aceitou nesta quarta-feira (22) reclamação disciplinar CONTRA O JUIZ QUE MANDOU INVESTIGAR LULA.
O Procurador Valtan Timbó SERÁ PUNIDO, PORQUE MANDOU ABRIR INQUÉRITO para apurar o EVIDENTE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA INTERNACIONAL, PRATICADO POR LULA PARA FAVORECER A ODRBRECHT.

Se existe FORTES SUSPEITAS, PORQUE INVESTIGAR É MOTIVO DE PUNIÇÃO?

O povo brasileiro nas ruas – 16/08 – Fora Dilmamandioca

Veja a relação das cidades e o horário do protesto. Clique na imagem para aumentar.
16-de-agosto-e1437429043854

 

16 de agosto: Movimento de rua pela saída de Dilma Rousseff.
VEM PRA RUA – 55 cidades confirmadas
AL – Alagoas
Maceió – 09h – Corredor Vera Arruda
AM – Amazonas
Manaus – 16h – Av. Djalma Batista com Rua Para
AP – Amapá
Macapa – 15h – Praça das Bandeira
BA – Bahia
Feira de Santana – 15h – No estacionamento em frente a Prefeitura
Itabuna – 15h – Jardim do Ó
Salvador – 09h – Farol da Barra
DF – Distrito Federal
Brasilia – 09h30 – Museu Nacional – Esplanada dos Ministérios
ES – Espírito Santo
Vitoria – 14h – Praça do Papa
GO – Goiás
Goiânia – 14h – Praça do Bandeirante
MG – Minas Gerais
Belo Horizonte – 10h – Praça da Liberdade
Betim – 09h – Praça Tiradentes
Cataguases – 10h – Praça Santa Rita
Divinópolis – 15h30 – Praça do Santuário
Ipatinga – 10h – Feira do Canaã
Ituiutaba – 15h30 – Praça Conego Angelo
Santa Luzia – 11h – Av. Brasilia
São Lourenço – 15h – Praça João Lage
Uberlândia – 10h – Praça Tubal Vilela
MT – Mato Grosso
Cuiabá – 16h – Praça Alencastro
PA – Pará
Belém – 08h – Escadinha Estação das Docas
PE – Pernambuco
Orobó – 15h – Quadra Central
Recife – 09h30 – Av Boa Viagem
PI – Piauí
Teresina – 16h – Av. Mar. Castelo Branco em frente à Alepi
PR – Paraná
Curitiba – 14h – Praça Santos Andrade
Francisco Beltrão – 15h – Calçadão da Igreja Matriz
RJ – Rio de Janeiro
Rio de Janeiro – 11h – Praia de Copacabana em frente à Rua Sousa Lima, Posto 5
Volta Redonda – 09h30 – Praça Brasil
RN – Rio Grande do Norte
Mossoro – 16h – Rua João Marcelino, Praça do Diocesano.
Natal – 15h – Midway Mall
RS – Rio Grande do Sul
Lajeado – 15h – Parque Theobaldoo Dick
Porto Alegre – 16h – Parcão
São Gabriel – 14h – Trevo entrada da cidade
SC – Santa Catarina
Blumenau – 14h – Em frente a Prefeitura
Florianópolis – 15h – Trapiche da Beira-Mar
Joinville – 15h30 – Praça da Bandeira
SP – São Paulo
Americana – 16h – Praça do Trabalhador (Avenida Brasil)
Araraquara – 15h – Teatro Municipal
Bebedouro – 10h – Praça da Matriz (Concha Acústica)
Botucatu – 10h – Largo da Catedral
Campinas – 14h – Largo do Rosário
Jundiai – 09h30 – Av. Nove de Julho
Limeira – 15h – Praça Toledo de Barros
Mogi Das Cruzes – 09h – Pca Oswaldo Cruz (praça do relógio)
Mogi-Guaçu – 14h – Campo da Brahma
Piracicaba – 09h – Praça Jose Bonifácio
Rio Claro – 09h – Praça dos Bancos
Sorocaba – 15h – Praça do Canhão
São Carlos – 10h – Av: Comendador Alfredo Maffei, 2454 (Praça do Mercado)
São Paulo – 14h – Av. Paulista x R. Pamplona
São Vicente – 14h – Praça da Independência
TO – Tocantis
Palmas – 16h – Praça do Girassol
Exterior (horário local)
Bariloche, Argentina – 15h – Centro Civico de Bariloche
Lisboa, Portugal – 16h – Praça Luís de Camões
Miami, EUA – 15h – Bayside
Toronto, Canada – 14h – Queen’s Park

Sinais da crise

A penúria econômica tem se revelado mais grave que o previsto e anuncia-se mais extensa do que se temia. O Brasil será sócio de um seleto clube de 16 países com recessão este ano

É mais que sabido que as perspectivas para a economia brasileira para este ano não são nada boas. Mas a crise tem se revelado mais grave do que se previa e anuncia-se agora mais extensa do que se temia. É a pior recessão que o país atravessa em mais de duas décadas, sem que se consiga enxergar qualquer lume no fim do túnel.

Assim como o primeiro, o segundo trimestre foi perdido em termos de atividade econômica. Ainda não se conhecem os dados oficiais do IBGE, que só virão a público em fins de agosto, mas a prévia divulgada pelo Banco Central na semana passada, cobrindo o período até maio, mostra que a situação do país é bem ruim.

Nos cinco primeiros meses do ano, o PIB brasileiro ficou 2,6% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Em 12 meses, a queda é de 1,7%. De janeiro a maio, houve três quedas mensais e duas altas – a última em maio, de irrisório 0,03%.

Na decomposição do paradeiro, constata-se que todos os setores estão andando para trás, algo que há muito tempo não ocorria no país. A indústria – também não é novidade – derrete, com baixa de quase 9% na produção registrada no ano; há 44 meses, o emprego no setor cai. As vendas do varejo diminuem 2%, indicando a penúria da crise no bolso dos consumidores. E os investimentos, tanto públicos, quanto privados, minguam.

Com isso, a aposta predominante é de que a economia brasileira recue até 2% neste ano. O resultado fará com que o Brasil seja um dos poucos países do mundo a registrar recessão, de acordo com levantamento feito pelo FMI. Trata-se de seleto clube do qual ninguém gostaria de ser sócio.

Ele é composto por: Guiné Equatorial (-15,4%), Serra Leoa (-12,8%), Venezuela (-7%), Ucrânia (-5,5%), Vanuatu (-4%), Rússia (-3,4%), Belarus (-2,3%), Iêmen (-2,2%), Brasil (-1,5%), Libéria (-1,4%), Moldávia (-1%), Armênia (-1%), Brunei (-0,5%), Sérvia (-0,5%), Argentina (-0,3%) e Guiné (-0,3%).

Diante do tamanho do estrago deste ano, um grupo de bancos e consultorias ouvidos por O Estado de S. Paulo na semana passada passou a projetar recessão também no ano que vem, com queda de até 0,6% no PIB.

Na prática, o país se ressente das escolhas equivocadas dos governos petistas, iniciadas por Lula e aprofundadas com Dilma. A correção de rumos em marcha não se mostra capaz de modificar as perspectivas para melhor, uma vez que se baseia num arrocho fiscal rudimentar, calcado no corte de benefícios sociais, diminuição de investimentos públicos e aumento de impostos.

A economia brasileira clama por reformas que oxigenem o ambiente de negócios no país, ampliem a participação do investimento privado nas necessárias obras de infraestrutura e reatem as empresas sediadas aqui às cadeias de produção de caráter global. Trata-se de uma agenda que, sem sombra de dúvida, os governos do PT não têm atributos para cumprir.

Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela

Cunha não quer derrubar Sèrgio Moro

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, por ser um político em pleno exercício e possuir foro privilegiado no STF, deseja que processo envolvendo. Fernando Baiano, Julio Camargo,  e do doleiro, Yusseff que estariam supostamente relacionados a ele, sejam transferido para o STF.

Fernando Baiano, citou Cunha, ( sem provas) que ele supostamente pediu 5 milhões de propina.

Os outros processos da Lava Jato continuarão com Sérgio Moro.

A agonia do Brasil

                          por Juan Arias, El Pais, Espanha
 

É difícil imaginar como o país poderá sair do quebra-cabeça em que as maiores autoridades políticas aparecem sob suspeita de ilegalidades e corrupção.
Poucos dias atrás, o ex-presidente Lula se reuniu em Brasília com a presidenta Dilma Rousseff e os seus ministros mais próximos para lhes dar um recado contundente: “A agenda do Governo do Brasil não pode ser ocupada pela Operação Lava Jato”, que investiga a corrupção na Petrobras e está prendendo dezenas de políticos e grandes empresários do país. Lula acrescentou: “Saiam às ruas e mostrem as obras realizadas pelo Governo.”
Pouco depois, chegou a notícia de que a Procuradoria da República do Distrito Federal abriu inquérito também contra Lula por suposto tráfico de influência internacional. Na mesma hora, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, o maior partido aliado do Governo, era acusado por um dos empresários presos de ter recebido 5 milhões de dólares em propinano escândalo da Petrobras. Foi praticamente sua morte política.
A opinião pública está desconcertada diante do quadro de incertezas vivido pelo Brasil, que enfrenta uma dura crise econômica e outra política já considerada uma das mais graves de sua história democrática.
É difícil imaginar como o Brasil poderá sair do quebra-cabeça em que as maiores autoridades políticas aparecem sob suspeita de ilegalidades e corrupção.
Já são dois ex-presidentes (Fernando Collor e Lula) sob investigação, assim como as maiores autoridades do Estado, a presidenta Dilma, os presidentes da Câmara e do Senado e outros 30 deputados e senadores de vários partidos.
A pergunta feita pelos brasileiros é quem ainda tem autoridade no Estado para oferecer um mínimo de confiança à sociedade, que já convocou para 16 de agosto uma nova manifestação nacional –apoiada pela oposição – contra o Governo, a crise econômica e a corrupção. O único aplauso hoje da sociedade é para os juízes, que pela primeira vez estão enfrentando os políticos e empresários acusados de corrupção.
O Ministro da Economia, o banqueiro liberal Joaquim Levy, tem se esforçado para fazer um mínimo de ajustes econômicos a fim de conter a sangria da dívida pública e tentar fazer o país voltar a crescer. Seu temor é que o Brasil perca o nível de investimentos – medo que ele mesmo confessou aos parlamentares.
A crise dividiu seriamente a irritada sociedade entre os que exigem uma mudança de governo e os que acusam a oposição de “golpismo”
Os esforços de Levy têm sido freados pela disputa entre o Congresso e o Governo, que perdeu a maioria do apoio e não faz mais do que colecionar derrotas.
Este é, de fato, um momento de certa agonia para o Brasil. A crise dividiu seriamente a irritada sociedade entre os que exigem uma mudança de governo e os que acusam a oposição, sobretudo a do PSDB, de “golpismo” e de não aceitar o resultado das urnas, que deu vitória a Dilma.
A abertura do inquérito contra o carismático Lula traz um novo fator de instabilidade, pois ainda não é possível saber qual será a reação do seu partido e dos movimentos sociais. Ao mesmo tempo, afasta a possibilidade da candidatura de Lula em 2018, que acabava de ser lançada por seus correligionários do PT.
Já se chegou a dizer que existem seguidores de Lula “dispostos a morrer” por ele, enquanto fica cada vez mais evidente o seu divórcio com Dilma.
Lula, que foi sempre um dos mais hábeis estrategistas da política brasileira, tem preferido, até agora, a prudência do silêncio.        FONTE: Juan Arias/El País, Espanha

Qual o valor que o BNDES emprestou para Cuba?

Depois de anunciar o rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), autorizou o funcionamento da CPI do BNDES e o ato de criação já foi lido em sessão realizada na tarde desta sexta-feira. O propósito da CPI, apresentada em abril por partidos de oposição, é investigar empréstimos do BNDES a países como Angola e Cuba, entre outros.

Documentos mostram que Lula fez lobby para a Odebrecht em Portugal e Cuba

BRASÍLIA — Telegramas diplomáticos trocados entre chefes de postos brasileiros no exterior e o Ministério das Relações Exteriores, entre 2011 e 2014, indicam que as atividades do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor do grupo Odebrecht no exterior foram além da contratação para proferir palestras, contrariando o que o petista e a construtora têm sustentado. Os documentos apontam que Lula, já fora do cargo, atuou em pelo menos duas ocasiões para beneficiar a Odebrecht — uma delas, com pedido expresso para que o primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, desse atenção aos interesses da companhia num processo de privatização naquele país. Outro telegrama revela que Lula abriu as portas do BNDES ao governo do Zimbábue, país africano governado pelo ditador Robert Mugabe.

Liberados na última quinta-feira pelo Itamaraty a partir de pedido feito pelo GLOBO por meio da Lei de Acesso à Informação, os documentos descrevem encontros de Lula em Cuba em companhia de representantes da construtora. Em uma das visitas à ilha, ele foi recepcionado pelo presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, e pelo ex-ministro José Dirceu num hotel. Em outra, Lula atuou em projetos ligados à área de energia na região cubana de Muriel, onde a empreiteira construiu um porto com recursos do BNDES.

Por meio da assessoria de imprensa de seu instituto, o ex-presidente Lula nega que tenha recebido de qualquer empresa para “dar consultoria, fazer lobby ou tráfico de influência”. A Odebrecht também nega ter usado serviços de Lula para tentar obter contratos.

Desde a última quinta-feira, a relação de Lula com a empreiteira é alvo de inquérito da Procuradoria da Repúblicano Distrito Federal. Os investigadores querem saber se o ex-presidente praticou tráfico de influência internacional, crime incluído no código penal em 2002. A lei diz que é proibido receber vantagem ou promessa de vantagem em transações comerciais internacionais. O Instituto Lula alega que os recursos recebidos se referem às palestras. Sabe-se agora, com a revelação dos telegramas, que ele também atuava na defesa comercial da empresa. Portanto, o foco da investigação será apurar se a atividade de lobby também foi remunerada. Para isso, o ex-presidente e a Odebrecht poderão ter o sigilo fiscal, bancário e telefônico quebrados.

A movimentação do ex-presidente a favor da Odebrecht em Portugal é relatada em dois telegramas. Em 25 de outubro de 2013, o embaixador brasileiro em Lisboa, Mario Vilalva, enviou comunicado abordando a visita de Lula a Portugal, ocorrida entre os dias 21 e 23 daquele ano. O diplomata deixa claro que a visita do ex-presidente se dava em razão de convite da Odebrecht, por conta dos 25 anos de presença da construtora brasileira em Portugal. Na descrição da agenda de Lula em Lisboa, o embaixador narrou que, no dia 22 de outubro, à tarde, o petista “encontrou-se com empresários brasileiros, dentre os quais o dr. Emílio Odebrecht (presidente do Conselho de Administração da Odebrecht e pai de Marcelo)”.

Menos de sete meses depois, em outro telegrama, Vilalva, em 2 de maio de 2014, faz uma análise sobre a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), que encontrava resistência por parte de alguns municípios portugueses que, na avaliação do embaixador, havia gerado pouco resultado. Após descrever como estava o processo, o diplomata observa que as empresas brasileiras Odebrecht e Solvi, em parceria com o grupo português Visabeira, demonstraram interesse no negócio, o que gerou simpatia dos formadores de opinião em Portugal. O diplomata registra a ação direta de Lula em favor da Odebrecht.

“Repercutiu positivamente na mídia recente declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à RTP no dia 27/04 último, no sentido de que o Brasil deve-se engajar mais ativamente na aquisição de estatais portuguesas. O ex-presidente também reforçou o interesse da Odebrecht pela EGF ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que reagiu positivamente ao pleito brasileiro”, informou o diplomata.

Lula, de fato, deu uma entrevista à televisão portuguesa, falando dos 40 anos da Revolução dos Cravos e abordando vários temas, inclusive defendendo maior participação de empresas brasileiras nas privatizações conduzidas em Portugal — mas sem citar nenhuma empresa especificamente. A gestão a favor da Odebrecht, pelo que se depreende do comunicado emitido pelo diplomata, foi feita em caráter privado ao primeiro-ministro português. Segundo site do Instituto Lula, o ex-presidente se encontrou com Passos Coelho no dia 24 de abril, e teriam falado apenas da situação econômica mundial e da Copa no Brasil.

Na ocasião do telegrama, a empreiteira brasileira era uma das sete que tinham manifestado oficialmente interesse no negócio. Dois meses depois, porém, a Odebrecht acabou não formalizando proposta. A EGF acabou vendida por 149,9 milhões de euros para a Suma, consórcio formado por empresas portuguesas.

CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA COMPLETA

Para ler e refletir

Geraldo Almendra

Somente uma gravíssima corrosão das instituições pode justificar o apodrecimento moral do Poder Público em todas as instâncias e no nível criminoso que chegamos.

Qualquer historiador ou cientista político que tenha um mínimo de vergonha na cara vai associar a destruição moral, econômica e social em curso no país com a Fraude da Abertura Democrática planejada e executada por desgovernos civis corruptos.

Não temos uma só instituição de poder público livre de envolvimento em escândalos de corrupção, de prevaricação ou de vergonhosa traição ao país.

O caos moral e ético, fundamentos da transformação do Poder Público em um Covil de Bandidos contaminou, não somente a estrutura do Estado mas, também, as relações públicas e privadas, transformando grandes empresários e suas empresas em cúmplices do bilionário roubo dos contribuintes, que tem abastecido principalmente o caixa do PT para promover o fortalecimento da Cleptocracia Comunista Corrupta que domina o país além de aumentar de forma incontrolável o patrimônio ilícito dos cúmplices públicos e privados do criminoso projeto de poder do PT – Foro de São Paulo.

Catador de bosta de elefante entre centenas de outros exemplos menos fedorentos ficaram ricos ou muito mais milionários da noite para o dia com o roubo do dinheiro dos contribuintes.

O que torna esse quadro quase irreversível se não houver uma Intervenção Militar ou uma luta armada é a constatação que, de forma majoritária, os princípios de moralidade, dignidade, honra e patriotismo deixaram de ser valores fundamentais de uma sociedade feita omissa, covarde e corrompida e que, espectadora da falência do Poder Judiciário e dos Tribunais Superiores, já perdeu a crença na Justiça.

Para a maioria da sociedade o sentimento de ausência de patriotismo e da vontade de defender o futuro de seus próprios filhos e de suas famílias está pautado no reconhecimento de que o Poder Público já se consolidou como um COVIL DE BANDIDOS, que coloca a sociedade refém de todas as formas do seu poder de controle, perseguição e coação contra pessoas e grupos organizados que possam se propor a lutar pela moralização e pela defesa do país da quase absoluta degeneração moral e ética que o domina.

Esse cenário vem se formando graças ao posicionamento traidor de nossa pátria demonstrado por comandantes militares, e pelo fato de que as mesmas burguesias e elites que pediram a Intervenção Militar em 1964 agora se isentam dessa responsabilidade porque passaram a ser beneficiárias do bilionário roubo do dinheiro de nossos impostos que vem ocorrendo todos os anos.

Sociedade propositalmente desarmada e acovardada, Universidades Públicas dominadas pelo marxismo cultural, igreja dominada pelo comunismo, estado controlado por bandidos, burguesias e elites corrompidas, e empresários cúmplices do criminoso projeto de poder do PT, esse é o novo cenário que toma conta do nosso país, na verdade os fundamentos do criminoso projeto de poder de Lula – Foro de São Paulo.

Somente uma Intervenção Militar cirúrgica ou uma luta armada poderá reverter a destruição de nosso país.

Nas próximas manifestações do dia 18/agosto teremos novamente milhares de cidadãos gritando para chegar a lugar nenhum, e outros milhares sentados nos bares, nas praças, postados inertes nas janelas de suas residências, ou curtindo as areias das praias assistindo os outros lutarem pela libertação do país das mãos do criminosos projeto de poder do PT, mas com consciência própria que todo mundo está perdendo o seu tempo pois o “Brasil não tem jeito mesmo”, sendo esse o resultando da falência cultural, educacional, moral e ética de uma sociedade que não está somente desarmada no sentido literal de instrumentos de defesa contra o Poder Público Covil de Bandidos, mas também de patriotismo para defender o futuro de seus filhos e de suas famílias.

O último exemplo da ineficácia e ineficiência dos movimentos populares foi a caminhada até Brasília que deveria arrastar milhares para cercar o Congresso, mas que chegou lá com poucos “patriotas” que foram abraçados e cortejados de maneira hipócrita e leviana pela corja de parlamentares que domina o Congresso mais corrupto de nossa história.

No dia seguinte a longa caminhada já tinha virado página ignorada de uma história de um país com sua biografia manchada pela majoritária covardia e omissão de sua sociedade, que já perdeu o direito de ir e vir com suas vidas como sinônimo de encarceramento voluntário em suas casas.

A manutenção de Lula, Dilma e outras centenas de criminosos lesa pátria em liberdade é a prova irrefutável de que o Brasil não tem mais Justiça que se possa confiar mas sim um Poder Público Covil de bandidos garantidor da impunidade dos corruptos cúmplices do criminoso projeto de poder do PT.

Acusados e advogados ZOMBAM, ZOMBAM, ZOMBAM todos os dias dos instrumentos da justiça, mostrando que a operação lava jato e outras que vierem irão morrer na mesma praia da Justiça relativista-degenerada-corrupta que garante impunidades seletivas para os chefes das gangs e seus principais cúmplices, deixando na cadeia apenas alguns idiotas bois de piranha tipo Marcos Valério, um dos poucos que ficaram na cadeia depois das curtas penas em presídios com celas transformadas em quartos de hotel, tudo patrocinado por um STF aparelhado pelo PT que fez da Justiça motivo de piada de botequim. Lembram da piada de salão insinuada pelo canalha barbudo tesoureiro do PT? – Tudo acabou sendo muito parecido com sua previsão.

Rompimento de Cunha com Dilma acelara o impeachment

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
Dilma Rousseff já pode fazer a contagem regressiva para deixar a Presidência da República, depois que Eduardo Cunha anunciou seu rompimento com o governo? A resposta parece ser positiva. Revoltado depois que sofreu uma devassa fiscal promovida pelo Núcleo de Inteligência da Receita Federal e injuriado por ter sido denunciado em delações premiadas da Lava Jato, o presidente da Câmara garante ter maioria folgada, de mais de 300 parlamentares, para votar e aprovar um pedido de impeachment de Dilma, por crime de responsabilidade, seja em função das pedaladas fiscais ou por qualquer outro motivo.
Na onda de “oposicionista”, Eduardo Cunha resolveu partir para um confronto final com a petelândia. Mandou criar a CPIs do BNDES – que vai atingir o até agora intocável Luciano Coutinho (presidente do banco e membro do conselho de administração da Petrobras). Em agosto, Cunha já dá como certa outra bomba: a instalação da CPI dos Fundos de Pensão. Cunha avalia que acaba com Dilma e Lula, acendendo a fogueira destas duas comissões parlamentares de inquérito.
O grande perigo do movimento oposicionista, aparentemente sem retorno, de Eduardo Cunha é que o governo ficará definitivamente paralisado. Tal inércia compulsória, combinada com as besteiras que agravaram a maior crise estrutural, política, econômica e moral nunca antes vista em nossa história, tende a parar o Brasil, se não houver uma solução imediata para o impasse institucional que tem tudo para se prolongar.
Cunha já avisou ontem que, em 30 dias, terá um parecer sobre 11 pedidos de impedimento da Presidenta apresentados na Câmara. Cunha já soltou seus pit-buls contra Dilma. Mandou ontem um ofício ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), dando um prazo de dez dias para ele justificar o pedido de impeachment feito em 12 de março deste ano. O de Bolsonaro é o único pedido feito e assinado por um parlamentar – o que tem peso jurídico. Militantes do Movimento Brasil Livre também pediram o afastamento de Dilma. Cunha quer esgotar a pauta de pedidos com votação no plenário que ele domina.
A revolta de Eduardo Cunha fará com que a Câmara comece a cumprir uma obrigação: a análise das contas dos governos. Isto nunca foi feito na gestão dos petistas. A última apreciação e aprovação ocorreu em 2002, com Fernando Henrique Cardoso. As contas de todas as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010) e de Dilma Rousseff (2010 até agora) nunca foram analisadas pelo Congresso Nacional.
Atualiza, Bolsonaro
Bolsonaro defende a tese de que Dilma foi beneficiada pelos desvios de dinheiro na Petrobras e cometeu crime contra a administração pública ao não atuar contra os desmandos: “Mais do que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção em seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta. Deixou de agir em defesa da sociedade da qual é responsável máxima na administração pública”.
Resumindo toda essa opereta da hecatombe tupinuquim: Quem puder menos vai se ferrar mais…
s

Brasil corre sério risco de perder o grau de investimentos

A grave crise atual é uma “marolinha” diante do que pode ocorrer nos próximos meses. Lula, Dilma e o PT destruíram o Brasil. Todo setor produtivo está parado. A “prosperidade” do povão foi crédito facilitado sem renda suficiente – Resultado: chegou a conta e acabou o credito. Só falta o país perder o grau de investimento que teria como consequência a redução do número de investidores que poderiam comprar papéis brasileiros e dificultaria ainda mais a rolagem do déficit externo, hoje superior a 4% do PIB ao ano.O total descrédito internacional. Ai sim, haverá fuga de capitais e nossas reservas serão consumidas., com graves consequências para a economia.
Jorge Roriz.

Presidente da Câmara diz que delator foi obrigado a mentir para constranger o Legislativo

Brasília – Em reação à informação de que o delator da Operação Lava Jato, Júlio Camargo, informou à Justiça Federal que ele teria pedido US$ 5 milhões em propina por contrato, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse na tarde desta quinta-feira que Camargo foi obrigado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a mentir. “O delator foi obrigado a mentir”, disse Cunha após reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tratar da agenda legislativa do segundo semestre. 

Eduardo Cunha disse achar “muito estranho” a afirmação de Camargo acontecer na véspera do pronunciamento que ele fará em rede nacional de rádio e TV “e em uma semana que a parte do Poder Executivo envolvido no cumprimento dos mandados judiciais tenha agido com aquela fanfarronice toda”, disse ele, em referência à operação Politeia, da Polícia Federal.

“Ou seja, há um objetivo claro de constranger o Poder Legislativo e que pode ter o Poder Executivo por trás em articulação com o procurador-geral da República”, acusou.Cunha disse achar “estranho” que, num período de aprofundamento de discussão de um eventual pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, querem “constranger o Poder Legislativo”. “Acho isso um absurdo e não vou aceitar ser constrangido”, avisou. 

O peemedebista criticou o “estardalhaço” feito na Operação Politeia, “com helicóptero em prédio de senador”. O presidente da Câmara disse que não se deixará fragilizar pelo episódio.

Sobre o depoimento de Camargo, Cunha reiterou que se trata de “ilação” e que sua fala não traz nenhum fato concreto. “Esta delação que foi feita dele não existe. Ela é nula porque foi homologada por autoridade incompetente. Se eu faço parte da delação dele, não é o juiz que poderia homologá-la”, ( Estadão)

MPF abre inquérito sobre possível tráfico de influência de Lula

Aleluia afirma que população da Bahia sofre com frustração das promessas do PT.

Aleluia:

Aleluia: “Cadê a ponte Salvador-Itaparica?”

“Nos 8,5 anos do PT, a Bahia virou a terra das promessas não cumpridas”, disse o deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do Democratas, em entrevista à rádio Tudo FM, no início da tarde desta segunda-feira (13), reclamando das frustrações sofridas pelo povo baiano durante as gestões dos governadores petistas Jaques Wagner e, agora, Rui Costa.

“Sob a maldição do PT, nada acontece na Bahia. Cadê a ponte Salvador-Itaparica, o Porto Sul, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a fábrica da Jac Motors, o Estaleiro de Maragogipe?”, cobrou Aleluia. Segundo ele, o que começou ficou pelo meio do caminho, contaminado pela corrupção petista do petrolão. “O resto das promessas nem saiu do papel”.

O impacto social da paralisação do estaleiro Enseada do Paraguaçu, em Maragogipe, no Recôncavo Baiano, foi destacado por Aleluia. “Foram investidos R$ 2,5 bilhões lá para nada. Além do desemprego de mais de seis mil trabalhadores com o fechamento do empreendimento, outros tantos pequenos empreendedores que investiram abrindo pousadas, mercadinhos, bares, restaurantes e lojas amargam prejuízos e a miséria, causados pela corrupção petista”.

Para Aleluia, a organização criminosa criada pelo PT para assaltar o país destruiu todo o mundo. “Os empresários que foram achacados estão presos e os achacadores estão soltos”, observa, ressaltando a necessidade de o ex-presidente Lula ser preso. “Lula não pode continuar solto, porque, além de ser o autor intelectual de todo o roubo, ele conspira contras as instituições nacionais”.

Na avaliação do parlamentar baiano, a presidente Dilma está em posição insustentável, sem apoio popular e sem credibilidade até no Nordeste e na Bahia, onde obteve um dos seus melhores desempenhos nas últimas eleições. “Ela é mentirosa, desonesta e, ao lado de Lula, é a chefa da quadrilha que assaltou o país”. Segundo Aleluia, o impeachment dela só será possível com o povo nas ruas. “Não basta apenas o Congresso querer”.

Fonte: Jornal da Midia

Cunha discute impeachment de Dilma com Gilmar Mendes

Imagem: DivulgaçãoNa última quinta-feira (9), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se reuniu com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e com o deputado Paulinho da Força (SD-SP), para avaliar o cenários da atual crise política, incluindo um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o jornal ‘Folha de S. Paulo’, o encontro aconteceu em um café da manhã na residência oficial da Presidência da Câmara e além de falarem de Dilma, discutiram o agravamento da crise no país.

No encontro, os presentes chegaram à conclusão de que um pedido de cassação dificilmente será aprovado no tribunal e fizeram um diagnóstico sobre as dificuldades de abertura de um processo de impedimento na Câmara contra Dilma. A Constituição exige 342 votos a favor para que um pedido do gênero seja aberto.

Ainda, segundo o jornal publicou, Paulinho da Força teria afirmado, conforme relatos, que um processo de impedimento da presidente só iria para frente por meio de um acordo que passasse por quatro pessoas: Cunha, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG).

Um parlamentar disse à reportagem da ‘Folha’ que o clima político para isso só estará “mais maduro” depois que o TCU (Tribunal de Contas da União) julgar as contas de 2014 do governo Dilma. A tendência é que a corte as reprove, o que abriria caminho para o Congresso analisar o caso. O julgamento no TCU estava previsto para a próxima semana, mas a análise foi adiada para agosto.

Fonte: Notícias ao Minuto

Polícia Federal faz buscas na casa do ex-presidente Colorad

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (14) uma operação que tem como alvos políticos investigados na Operação Lava Jato. Entre os alvos de mandados de busca e apreensão estão os senadores Fernando Collor de Mello (PTB-AL), o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). (Estadão)

Dilma é citada e vira ré em ações judiciais nos EUA

Um singelo gesto, uma visita pouco desejada, cortejou a Presidente da República, Dilma Rousseff, em sua visita aos Estados Unidos há pouco mais de uma semana. Um oficial de justiça da Corte do Estado de Rhode Island entregou a contra-fé (termos da ação judicial) que inclui Dilma e mais 11 autoridades brasileiras como responsáveis pelos prejuízos causados a acionistas da Petrobras nos Estados Unidos.

Assim, desde então, Dilma passou a ser considerada, formalmente, ré da ação movida por investidores norte-americanos contra a Petrobras e seus dirigentes.

A visita não constava da agenda oficial da Presidente e a deixou bastante tensa e ainda mais fragilizada.

A informação é confirmada pelo escritório Labaton Sucharow, que representa Providene, Capital do Estado onde tramita a ação.

Dilma, agora, sabe que lá não é cá!

Fonte: Estadão.

Dilma diz que todos os brasileiros irão se revezar para sentir a tocha

Dilma Rousseff não comete gafes.
Dilma é uma gafe, que, às vezes, comete frases gramaticalmente corretas, se tiver uma colinha.
Na apresentação oficial da tocha olímpica da “Copa” de 2016 na sexta-feira, em Brasília, ela estava em seu estado natural.
“Cada vez menos”, a petista está “cada vez mais” assim, para que os brasileiros se “sentam” – se “sintam!” – participantes – “partícipes!” – desse processo de mandiocrização do país.
Enquanto a inflação e o desemprego disparam, Dilma confirma que a tocha vai ser sentida no Brasil, de norte a sul e de leste a oeste.
Como dizia meu querido Flavio Morgenstern (embora eu me ‘inclua fora dessa’):
“Seria cômico se não fosse no nosso rabo.”

GOVERNO QUE CENSURA

Se dependesse do PT, possivelmente o vale-tudo que vigorou na campanha de Dilma no ano passado ainda estaria em voga e os brasileiros continuariam sendo enganados

O Brasil vive atualmente um período de alta inflação, desemprego em escalada e crescimento em baixa. São fatores que tornam muito mais difícil a vida dos brasileiros. Mas há pelo menos um atenuante: dados e estatísticas que medem estes fenômenos são amplamente conhecidos da população. Se dependesse do PT, talvez também estivéssemos sendo enganados e a realidade estivesse sendo varrida para debaixo do tapete.

Na semana passada, veio a público depoimento dado por Herton Ellery Araújo à Justiça Eleitoral no processo que investiga abuso de poder político e econômico na eleição que deu um segundo mandato a Dilma Rousseff. Ex-diretor do Ipea, ele deixou o cargo depois que uma de suas pesquisas foi censurada às vésperas da eleição.

No depoimento, o técnico confirma o que já se suspeitava: o governo interferiu para que seu achado dando conta de que a miséria havia aumentado no governo Dilma não viesse a público. O dado revelando aumento de 3,7% no número de indigentes no Brasil só foi divulgado dois dias depois do segundo turno da eleição – já em caráter oficial, mas sem qualquer alarde.

O episódio envolvendo o aumento da miséria é apenas um entre vários que compuseram o coquetel de mentiras servidas à população brasileira como parte do estelionato eleitoral que levou Dilma à vitória. Na véspera das eleições, o governo também cerceou a divulgação de dados sobre a educação que mostravam Minas Gerais como o estado com o melhor ensino fundamental do país; sobre o aumento do desmatamento na Amazônia; e sobre queda na arrecadaçáo de impostos. Durante a campanha, o mesmo Ipea também engavetara estudo mostrando que a concentração de renda havia aumentado no Brasil entre 2006 e 2012: a participação na renda dos 5% mais ricos passara de 40% para 44% no período. Não foi só. Mentira e manipulação de dados relativos à miséria já eram recorrentes no governo.

Durante toda a campanha, Dilma sustentou que, “em uma década”, os governos petistas “tiraram 36 milhões de pessoas da pobreza extrema, da miséria”. Mas, em outubro de 2013, outro estudo também do ipea  atestava: o número dos brasileiros que deixaram de viver na miséria não passava de 8,4 milhões. Pior: na passagem de 2012 para 2013, o número de miseráveis no país aumentara em 409 mil pessoas

 O depoimento de Araújo e a lembrança de outros episódios da mesma natureza podem ajudar a reavivar a forma nada democrática e nem um pouco honesta e transparente com que o PT obteve nas urnas seu quarto mandato presidencial. Valeu na época da eleição a máxima: o que é bom (e é cada vez mais raro), o governo petista propagandeia; o que é ruim, esconde. Cabe à Justiça agora julgar se dá carta branca ao vale-tudo despudorado que a chapa Dilma-Temer empregou para chegar à vitória no ano passado.
Fonte: Instituto Teotônio Vilella

É hora de chutar o balde: agora ou nunca!

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net
Já que sobrevivemos no Brasil da impunidade ampla, geral e irrestrita, sob governança do crime institucionalizado, vamos nos permitir alguns segundos de delinquência intelectual no melhor estilo Hobin Hood. Roubemos o raciocínio inteligente de um leitor, claro, devolvendo aos pobres carentes de polêmicas pertinentes. E, para alegrar o craque $talinácio, apelemos para a metáfora futebolística.
O leitor Luiz Fernando marcou um golaço de placa em comentário a este Alerta Total: “O que se pode esperar de um país em que o povo idolatra o futebol enquanto os políticos estão fazendo negociatas e roubando a nação? Onde se compra o voto com a bolsa esmola? Onde o analfabeto tem direito a votar igual a uma pessoa esclarecida politicamente? Onde o governo nomeia os juízes que irão julgá-los? Onde os rentistas é que mandam, tantos os de dentro quanto os de fora? Onde a corrupção está enraizada nas três esferas do poder? Nada, absolutamente nada”.
Luiz Fernando foi além na goleada do argumento: “Protestar nas redes sociais, ridicularizar os detentores do poder, ficar de mau humor, não adianta. O governo desarmou a população para que ela não tivesse uma forma de reagir e não o podendo, lamenta-se da inflação, diz que político não presta e na próxima eleição faz tudo errado novamente. Depois vão torcer por um time de futebol qualquer que é o único direito que tem. Pão e circo para todos vocês, analfabetos políticos”.
O Luiz Fernando marcou 7 – e não tomou 1. O cidadão-eleitor-contribuinte no Brasil mais parece um fanático torcedor de futebol. A situação é tão grave que nem aquela derrota para Alemanha, que fez aniversário de um aninho outro dia, conseguiu servir de lição. Continuamos não entendendo nada, mas reclamando de tudo, principalmente do governo, ou do nosso time de futebol toda vez que perde.
Por isso, é hora de chutar o balde! Cultural e civilizatoriamente, estamos abaixo de qualquer volume morto. Devemos aproveitar nossas inúmeras qualidades e exorcizar nossos gigantescos defeitos. Precisamos renascer como brasileiros. E temos de nos reinventar como Nação Soberana. Se não for assim, melhor assumir que somos uma vagabunda colônia de exploração e escolher a qual metrópole-cafetã queremos servir. Como está não dá mais! Temos de romper com o Brasil Capimunista.
O princípio de ação estratégica é bem simples e fácil. Só o exemplo correto educa. Assim, devemos nos espelhar em conceitos objetivamente corretos. Só soluções concretas resolvem. Uma boa tática é não reinventar a roda. Devemos aproveitar o que o resto do mundo tem de bom, combinando com o que conseguimos, por milagre, ter de melhor por aqui. Eis o caminho para mudar nossa estrutura. Nossa crise (permanente) é mais estrutural que política, econômica ou moral.
O Brasil precisa ser refundado como República Federativa de verdade, transparente, que valorize o poder local, a partir dos bairros, distritos, cidades, estados e regiões, até chegar à União (que deve operar pela lógica do poder descentralizado, e não a ditadura formal que temos desde 1889). Temos de instituir um poder central controlável pelos cidadãos-eleitores-contribuintes. Fiscalização, com pressão democrática legítima, é a base de gestão de qualquer coisa, de um condomínio ao governo.
Não tem outro caminho prático. O atalho para a mudança é outorgar uma Constituição enxuta, autoaplicável, sem necessidade de milhares de emendas regulatórias. Junto com ela, é urgente instaurar um novo sistema Judiciário, que valorize arbitragens, e julgue questões que a lei não consiga pacificar e que puna, com rigor claro e objetivo, previsto em códigos simplificados, qualquer um que cometer o crime de descumprir a lei.
Outro ponto chave é simplificar a cobrança de tributos, através de uma espécie de imposto justo. Isto também reduziria, de imediato, a corrupção gerada pela estrutura voraz de arrecadação da máquina estatal. A sonegação se tornaria inviável e desnecessária. Receitas e despesas, com suas respectivas previsões e autorizações de gastos ou investimentos, têm de ser expostos publicamente.
Com a evolução da informática, é moleza fazer isso. Basta vontade política. Não tem mais sentido o cartorialismo burocrático que encarece produtos e serviços. Muito menos o empreguismo estatal. O servidor público tem de ser bem remunerado nas funções que forem eleitas como essenciais. O resto é terceirizável. E tudo pago conforme um orçamento público cuja execução financeira tem funcionar on line, em rede social.
Este modelo transparente de gestão da coisa pública tem consequências imediatas. Vai obrigar uma repactuação da dívida pública. Provocará, naturalmente, uma queda de juros. Uma nação soberana, onde o cidadão tem de estudar, trabalhar e empreender, não pode ficar refém do rentismo. O sistema confiável e transparente, socialmente fiscalizável, das cooperativas de crédito deverá substituir os tradicionais bancos – que hoje vivem da usura, da cobrança abusiva de taxas e do cafetizante processo de rolagem da dívida impagável de governos sem qualquer responsabilidade – fiscal, inclusive.
O leitor mais cético ou incrédulo já deve estar perguntando e torcendo para o texto acabar logo… Como, na prática, podemos promover tais mudanças básicas no Brasil? A resposta é: os cidadãos, unidos, precisam exercer seu Poder Instituinte. Este é o poder real que cria todas as coisas públicas. O resto é ilusão de poder – que só sacaneia e explora o povo. Para isso, cada indivíduo deve assumir a postura de Elite Moral – que consegue pensar mais no bem comum que egoisticamente em si próprio.
Novamente, temos de retornar ao grande impasse tupiniquim. Historicamente, não fomos criados para agir assim, de forma verdadeiramente republicana. Temos o defeito originário, que temos de superar. Somos uma nação que foi inventada por um Estado autoritário (e não um povo que institui uma nação soberana e democrática, com segurança do Direito).
A grande novidade do Brasil interligado em rede social é que as pessoas comuns começam a perceber a necessidade de nos tornarmos uma nação de verdade, com um sistema estatal que respeite e beneficie o cidadão-eleitor-contribuinte. A partir de tal entendimento básico, onde cada um que tem direito também precisa cumprir seu dever, são criadas as pré-condições históricas para as transformações (nem tão simples, porém muito objetivas que este pequeno texto conseguiu resumir).
Por isso, voltando ao provocativo raciocínio do leitor Luiz Fernando, vamos parar de perder tempo com briga de torcida – que é uma discussão ideológica inútil que leva a lugar algum. Vamos parar apenas de “torcer pelo Brasil” e vamos jogar o jogo necessário para mudá-lo. Não temos mais alternativa. É vencer ou vencer!
O lance inicial é simplório. Basta chutar o balde! E correr para limpar a sujeira. Depois da faxina, exerça pressão legítima para não deixar ninguém sujar. Mas, se o sujismundo insistir na delinquência, vamos exigir que seja punido com o rigor da lei. Democracia é Segurança do Direito. Exerça o seu e as coisas começam a mudar para melhor na sua vida.
Como diria meu amado professor Joel Santana: Let´s Kick de bald! And go to gol!
Significado do crucifixo dado por Evo Morales ao Papa Francisco

Católicos já arrumaram uma excelente explicação simbólica para o Cristo colocado em foice e martelo pelos ideólogos bolivarianos do Foro de São Paulo…

Aliás, se a Dilma gostou do presentinho dado ao papa, antes de pedir um igual para ela, deve dar uma lida no longo artigão, abaixo, do kamarada Carlos I.S. Azambuja: Terrorismo Nunca Mais: Para Dilma ler, de novo, na cama…

Batman x Superman (novo trailer)
O filme “Dawn of Justice” (título que bem lembra a realidade brasileira), com a guerra entre os dois super-heróis, tem estreia prevista em 25 de março de 2016, nos cinemas dos EUA.

Dilma para Cardozo: “Você fodeu a minha viagem.” Só faltou ele responder: E você, o Brasil

Felipe Moura Brasil/Veja

Dilma-CardozoO desespero de Dilma Rousseff transborda em explosões de fúria reveladoras.

Em abril, ela dizia: “Eu tenho certeza de que minha campanha não teve dinheiro de subornos”.

Agora a Folha informa que, após Ricardo Pessoa acusar sua campanha de embolsar propina da Petrobras, Dilma reuniu, no dia 26 de junho, seus comparsas Aloizio Mercadante, Edinho Silva, Giles Azevedo e José Eduardo Cardozo, e disse:

“Não sou eu quem vai pagar por isso. Quem fez que pague”.

É a nova versão do “houve, viu?”, expressão com que ela admitiu a existência do petrolão após meses acusando a oposição de “golpe”.

Dilma sapiens também disse na reunião, com a fineza de costume:

“Eu não vou pagar pela merda dos outros”.

Nem precisa. Basta que pague pela própria.

Furiosa, ela ainda cobrou Cardozo por não ter impedido que as revelações de Pessoa viessem a público dias antes de sua visita oficial aos Estados Unidos, num momento em que buscava notícias positivas para reagir à crise.

“Você não poderia ter pedido ao [ministro] Teori [Zavascki] para aguardar quatro ou cinco dias para homologar a delação? Isso é uma agenda nacional, Cardozo, e você fodeu a minha viagem”.

Assim como Lula, Dilma queria que Cardozo interferisse no Judiciário, o que ela mesma acabou fazendo dias depois, ao atacar os procedimentos de prisão preventiva adotados pelo juiz Sergio Moro e ao ter um encontro clandestino no exterior com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, supostamente intermediado pelo próprio Cardozo, que buscaria assim se redimir.

Como escreve Josias de Souza sobre o golpe português:

“Dilma estava a caminho da Rússia. Aterrissou em Portugal a pretexto de reabastecer o jato presidencial. Em vez de Lisboa, preferiu o Porto. Lewandowski e Cardozo estavam na cidade de Coimbra. Participavam de um seminário de nome sugestivo: ‘O Direito em Tempos de Incertezas’.

Na versão oficial, Lewandowski soube por Cardozo que Dilma faria escala em Portugal. E pediu ao ministro da Justiça que intermediasse o encontro com a presidente. Em Brasília, o mandachuva do STF poderia cruzar a praça a pé para chegar à sala de Dilma. Em Portugal, teve que vencer os cerca de 120 quilômetros que separam Coimbra do Porto. E querem que ninguém faça a concessão de uma surpresa. É certo que o brasileiro baniu dos seus hábitos o ponto de exclamação. Mas há limites para o cinismo.”

Há limites, também, para a oposição permitir que Dilma faça com o Brasil o que Cardozo fez com a sua viagem.

Os brasileiros não aguentam mais pagar pela “merda” de seu governo.

Aécio Neves: Dilma nem ninguém está acima das instituições

aecio-neves-foto-george-gianni-1

“Não fazemos aqui pré-julgamentos, mas eu quero dizer que ninguém, absolutamente ninguém neste país, inclusive a senhora presidente da República, está acima das instituições. E é por isso que nós cumpriremos o nosso papel, dentro dos preceitos constitucionais, para garantir que, apesar do desastre que tem sido o governo, o Brasil possa encontrar um futuro de reconciliação com a esperança, com o desenvolvimento, e principalmente com a verdade dita por seus governantes”, afirmou o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, em pronunciamento hoje (09/07), no Senado Federal. Aécio respondeu a declarações dadas pela presidente Dilma: “Não somos nós, da oposição, que vamos definir o que vai acontecer com o futuro da presidente da República. Depende muito mais dela e depende, em especial, do povo brasileiro”, afirmou.

Papa comunista: Milhões morreram por causa desse sistema

o-papa-e-o-comunismo
Sou católico, mas o papa Francisco não me representa. Sei que, em certa medida, a afirmação soa absurda, mas vou fazer o quê? Eu poderia fazer uma graça e dizer que, existindo, como existe, um papa emérito, Bento XVI, tenho a chance de escolher. Mas, evidentemente, isso não contenta. O chefe da Igreja Católica, infelizmente, é o argentino Jorge Bergoglio. Quem recorrer ao arquivo poderá constatar que ele nunca me encantou.
Evo Morales, o protoditador da Bolívia, presenteou o sumo pontífice com uma monstruosidade herética: a foice e o martelo do comunismo, onde estava o Deus crucificado. Bergoglio fez um muxoxo protocolar, mas sujou as mãos no sangue de 150 milhões de pessoas. Ao fazê-lo, (re)rencruou as chagas de Cristo e se alinhou, lamento ter de dizer isto, com aqueles que O crucificaram.
“Ah, o papa não tem nada com isso! Não tinha como saber o que faria aquele picareta!” Ah, não cola! A Igreja Católica de Roma está banida da China, por exemplo. Ficou na clandestinidade na União Soviética e nos países da Cortina de Ferro. Inexiste na Coreia do Norte e enfrenta sérias dificuldades em Cuba. Um delinquente político e intelectual como Morales não pode ofender moralmente mais de um bilhão de católicos com aquela expressão demoníaca. O papa que recusasse a ofensa. Mas ele não recusou. E foi além.
Em Santa Cruz de la Sierra, nesta quinta, Bergoglio fez um discurso que poderia rivalizar com o de Kim Jong-un, aquele gordinho tarado que tiraniza a Coreia do Norte. Atacou o capitalismo, um “sistema que impôs a lógica dos lucros a qualquer custo, sem pensar na exclusão social ou na destruição da natureza”, segundo ele. E foi além: “Digamos sem medo: queremos uma mudança real, uma mudança de estruturas. Este sistema já não se aguenta, os camponeses, trabalhadores, as comunidades e os povos tampouco o aguentam. Tampouco o aguenta a Terra, a irmã Mãe Terra, como dizia são Francisco”.
É de embrulhar o estômago. Em primeiro lugar, esse papa, com formação teológica de cura de aldeia, não tem competência teórica e vivência prática para cuidar desse assunto. Em segundo lugar, os movimentos que hoje lutam pela preservação do planeta são exclusivos de regimes democráticos, onde vige o capitalismo. Ou este senhor poderia fazer essa pregação na China, por exemplo, onde o capitalismo de estado é gerido pelo Partido Comunista?
Pior: o papa está numa jornada que inclui o Equador e a Bolívia, duas protoditaduras que, na pegada da Venezuela, instrumentalizam o discurso anticapitalista para dar força a milícias que violam direitos individuais e que não reconhecem a propriedade privada como motor do desenvolvimento.
Evocando um igualitarismo pedestre, disse Sua, não mais minha, Santidade: “A distribuição justa dos frutos da terra e do trabalho humano é dever moral. Para os cristãos, um mandamento. Trata-se de devolver aos pobres o que lhes pertence”. A fala agride a lógica por princípio. Se o tal “que” pertencesse aos pobres, pobres não seriam. A fala repercute a noção essencialmente criminosa de que toda a propriedade é um roubo. Como esquecer que essa concepção de mundo de que fala o papa já governou quase a metade do mundo e produziu atraso, miséria e morte?
Eu já tinha tido cá alguns engulhos quando, recentemente, o cardeal argentino resolveu se meter a falar sobre a preservação da natureza, com uma linguagem e uma abordagem que lembravam o movimento hippie da década de 60. Ele voltou ao ponto: “Não se pode permitir que certos interesses — globais, mas não universais — submetam Estados e organismos internacionais e continuem destruindo a Criação”.
Como? O homem destruindo a Criação? O catolicismo de Francisco, na hipótese benevolente, se esgota numa leitura pobre do Gênesis. Na não benevolente, é apenas uma expressão do trogloditismo de patetas terceiro-mundistas como Rafael Correa, Evo Morales, Nicolás Maduro e Cristina Kirchner.
O próximo papa, por favor!

Por Reinaldo Azevedo

Para avançar a democracia

POR JOSÉ SERRA:

“Para conservar o seu espírito, a democracia representativa precisa mudar sempre”.

 

Sempre que se discute  a relação entre corrupção e eleições no Brasil aborda-se o financiamento das campanhas. Há quem defenda a total proibição das contribuições de empresas privadas, ou, entre os que as admitem, que sejam estabelecidos limites, que os destinatários sejam apenas os partidos, que uma empresa possa doar somente a um dos candidatos, etc.

Estou entre os que defendem a existência legal de contribuições de pessoas jurídicas, dentro de certos parâmetros. Já em 1993, quando eu era líder do PSDB na Câmara, fiz proposta, que virou lei, para que tais doações, até então proibidas — regra solenemente descumprida —, fossem permitidas. A essência do meu argumento tinha e tem a ver com a necessidade de elevar a transparência do processo eleitoral, diminuir o caixa dois das campanhas e facilitar o controle pela Justiça e pela opinião pública.

Na mesma época, propus um debate que retomei agora no Senado, no âmbito da Comissão de Reforma Política, bem dirigida pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR). Parece justa a preocupação com as fontes de financiamento de campanhas, mas considero essencial ir além e adotar medidas que reduzam seus custos, responsáveis, em última análise, pela imensa demanda de recursos.

Dois fatores são decisivos para turbinar esses custos: o atual sistema proporcional de eleição de vereadores, deputados estaduais e federais e o formato do chamado horário eleitoral gratuito, que é, ao contrário do que o nome sugere, caríssimo.

Ampla maioria da Câmara Federal rejeitou, recentemente, emendas constitucionais que promoviam mudanças nas regras de eleição de deputados.  A Casa não mexeu, também, no sistema eleitoral dos vereadores, cuja alteração pode ser feita por lei ordinária, em um único turno.

Pensando nessa maior simplicidade e com a esperança de fazer um experimento que tem tudo para dar certo, eu já havia apresentado o projeto de lei que institui o voto distrital para os vereadores de cidades com mais de 200 mil eleitores. Esse projeto foi rapidamente aprovado pelo Senado e tramita agora na Câmara. Minha expectativa é que possa ser votado em agosto e que, até lá, a maioria dos deputados se convença a votar a favor. Muitos temem mudanças de regras que afetem sua reeleição, mas o meu projeto se restringe aos vereadores.

Quanto ao segundo fator que turbina os custos de campanha, o horário eleitoral supostamente gratuito, tenho insistido em tribunas, palestras e entrevistas: é preciso promover grandes mudanças. Não sem antes lembrar que esse horário tem um custo elevado também para os cofres públicos e, portanto, para os contribuintes. Todas as emissoras deduzem dos impostos devidos aquilo que perdem de publicidade durante a propaganda dos partidos e seus candidatos: R$ 840 milhões em 2014! Nos anos não eleitorais, o custo da chamada propaganda partidária é de R$ 300 milhões.

Mas o problema maior é o das campanhas propriamente ditas: os custos de produção dos programas apresentados no horário, medidos em centenas de milhões de reais, representam de longe o maior item de despesa das campanhas majoritárias (de presidente, governadores e prefeitos das cidades maiores). Esse custo equivale a uns dois terços das despesas totais.

 Quando o horário gratuito foi criado, a ideia era generosa: garantir o acesso dos candidatos à mídia eletrônica, independentemente de sua condição econômica e linha política. Mas, ao longo dos anos, essa intenção foi distorcida. O acirramento das disputas eleitorais levou os partidos com mais chance a contratar publicitários brilhantes e jornalistas preparados a fim construir imagens persuasivas de seus candidatos e até, em vários casos, inventarem novas personalidades para eles. Tudo enriquecido por minidocumentários e efeitos especiais. Custos? Cada vez maiores.

Mas o encarecimento da propaganda não trouxe aos eleitores mais informação, e, sim, mais enganação. Com talento publicitário, imaginação solta e recursos técnicos, verdadeiros postes se metamorfoseiam em oradores brilhantes, administradores experientes, sujeitos bonzinhos e sempre corajosos.

Para reassumir o espírito democrático da proposta original, o horário eleitoral precisa ter outro formato, na linha do “candidato e a câmera”, sem participação de terceiros, depoimentos, cenas externas, filmes, trucagens, etc. Apresentei propostas a respeito à comissão de reforma política do Senado e ao relator Jucá. O candidato comparecerá à TV apenas com a cara e a coragem, para expor livremente o que pensa e o que pretende fazer.

Paralelamente, apresentei três outras propostas. Primeira: encurtar o número de dias do horário eleitoral e o tempo do programa de 45 para 30 dias, e de 50 para 40 minutos. Tudo a fim de diminuir custos e não abusar da paciência das pessoas. Parece razoável. A segunda restringe o mercado persa de tempo de TV que se monta a cada eleição: as alianças tendem a se dar apenas em função dos minutos ou segundos de que os diferentes partidos dispõem. Um comércio que só faz piorar a política e a formação de governos, além de encarecer as campanhas majoritárias. A ideia, no caso, veio de um deputado do Mato Grosso, Nilson Leitão: o tempo de TV de cada coligação será a soma dos tempos do partido do candidato e do seu vice.

 Por último, apresentei um projeto que pode não economizar dinheiro, mas combate o desperdício de futuro: instituir a obrigatoriedade de comparecimento dos candidatos a governador e a presidente nos debates de TV de segundo turno.

No primeiro turno, os candidatos nanicos a esses cargos deverão superar cláusula de representatividade, de modo que não haja um número excessivo de candidatos, circunstância que impede debates mais substantivos, capazes de subsidiar a decisão esclarecida do eleitor.

Tanto quanto as tiranias só se deterioram, o sentido das democracias é o permanente aperfeiçoamento. O que é sempre restaurado continua funcional. A democracia representativa, em suma, precisa mudar para que conserve seu espírito: expressar a vontade do cidadão.

SENADOR DA REPÚBLICA, EX-PREFEITO E EX-GOVERNADOR DE SÃO PAULO

O golpe do PT contra os trabalhadores brasileiros

A grave crise econômica gerada pela irresponsabilidade e incompetência do governo petista da presidente Dilma Rousseff está custando caro aos trabalhadores brasileiros. De acordo  o estudo ‘Sondagem Especial – Emprego’ da Confederação Nacional da Indústria, divulgado nesta quarta-feira (8), metade das indústrias brasileiras demitiu funcionários nos seis meses anteriores à pesquisa.

E o que está ruim pode piorar: segundo o levantamento, 43% das empresas pretendem demitir ou adotar outras medida de redução de trabalhadores nos próximos seis meses. Outras 17% podem dispensar funcionários por meio de planos de demissão voluntária.

Segundo a CNI, 67% das empresas demitiram em razão de redução da produção e 32% em decorrência de dificuldades financeiras provocadas pela atual crise.

O setor que mais demitiu e/ou adotou medidas para redução do uso da mão de obra foi o Automotivo (78%), seguido por Outros Equipamentos de Transporte (73%) e Metalurgia (72%).


O percentual de empresas que reduziu o número de empregados é maior nas empresas de médio porte (54%) e menor entre as de grande porte (48%). Nas pequenas empresas, o percentual foi de 49%.

A pesquisa da CNI foi feita entre 1º e 15 de abril com 2.307 empresas, de pequeno (928), médio (835) e grande porte (544).