As vítimas do comunismo

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Na internet, surge o Museu Vítimas dos Comunistas. O site tem a proposta de manter viva na memória a história das tragédias causadas pelos regimes vermelhos. “O Museu Vítimas dos Comunistas tem caráter cultural e é mantido por um grupo de brasileiros fiéis à democracia, à liberdade, à família e à Pátria”, informa o site.

A publicação do Manifesto Comunista, em 21 de fevereiro de 1848, pelo alemão Karl Heinrich Marx (Karl Marx) marca o estabelecimento da ideologia comunista na sociedade. O resultado disso foram cerca de 100 milhões de mortes em um período de pouco mais de 150 anos.

Se computados todos os danos físicos e psicológicos causados à população mundial por meio das táticas comunistas de controle e dominação, conhecidas como os ‘nove traços’ sendo: a maldade, a hipocrisia, o incitamento, deixar livre a escória da sociedade, a espionagem, o roubo, a luta, a eliminação e o controle; facilmente esse número passa mais de um bilhão de vítimas ao longo desses mais de 150 anos.

Somando-se todas as mortes causadas por terremotos, furacões, epidemias e guerras dos últimos quatro séculos, não se produziu resultados tão devastadores, aponta o ‘O Livro Negro do Comunismo’. A publicação fornece números estimados de vítimas fatais:

China: 65 milhões de mortos
• URSS: 20 milhões de mortos
• Coreia do Norte: 2 milhões de mortos
• Camboja: 2 milhões de mortos
• África: 1,7 milhão de mortos
• Afeganistão: 1,5 milhão de mortos
• Vietnã: 1 milhão de mortos
• Leste Europeu: 1 milhão de mortos
• América Latina: 150 mil mortos

Documentos e relatos de sobreviventes expõem as atrocidades cometidas pelos regimes comunistas contra a humanidade.

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